Kuchar ganha Match Play Championship

Menos de um ano depois do êxito no Players Championship, o norte-americano conquistou o Accenture Match Play e ocupa já a oitava posição no ranking mundial.

Os primeiros tempos de Matt Kuchar como profissional não foram fáceis, mas este norte-americano de 34 anos, natural da Florida e residente em Sea Island, na Georgia, é hoje um jogador de eleição e, como o demonstrou a vitória de domingo no Accenture Match Play Championship, tem queda para os grandes torneios.

Já o ano passado vencera o Players Championship na Florida, quinta prova na hierarquia do golfe, a seguir às quatro do Grand Slam. Quanto ao evento que venceu no domingo em Marana, Arizona, faz parte da categoria dos World Golf Championships e é reservada aos 64 primeiros do ranking mundial.

Só com estas duas vitórias, Kuchar faturou 3,2 milhões de dólares em prémios (€2,4 milhões). E houve ainda o triunfo antecedente, no The Barclays, pontuável para os play-offs da FedEx Cup, cujo prémio foi de 1,3 milhões de dólares (€980 mil). Antes, obtivera outras duas vitórias (em 2002 e 2009), num total de cinco títulos no PGA Tour.

Kuchar conquistou o Accenture Match Play Championship sem precisar de chegar ao buraco 18 e batendo na final o compatriota que defendia o troféu, Hunter Mahan, por 2/1. Foi uma desforra para Kuchar, batido por Mahan nos quartos-de-final da última edição e que já na anterior, em 2011, também perdera na mesma fase com o jogador, Luke Donald, que viria a sagrar-se campeão.

Aliás, Kuchar foi o único jogador que atingiu os “quartos” da competição nos últimos três anos, possuindo agora um registo de 15 vitórias e três derrotas. “Ter sido o melhor entre os 64 jogadores de top é uma sensação incrível, ainda para mais num formato tão emocionante como match play”, disse Kuchar, que subiu para 15 lugares no ranking, para nº8 do mundo.

No jogo da consolação, o australiano Jason Day superou Ian Poulter com 1up, relegando-o para o quarto lugar. Apesar disso, a chegada do inglês às meais-finais afastou o português Ricardo Santos do WGC-Cadillac Championship, como se explica aqui./RODRIGO CORDOEIRO

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