Uma odisseia com final feliz

Phil Mickelson aterrou em Filadélfia no seu jacto privado pelas 4h da madrugada de ontem, e pelas 7h11 dava início à sua prestação no 113º Open dos EUA, no Merion Golf Club. Eram 8h36 quando a prova foi interrompida devido a trovoada. Tinha completado quatro buracos e só voltaria ao campo 3h32m depois, quando a prova foi reatada. Nada disto o impediu de concluir na liderança provisória, com uma volta de 67 pancadas, 3 abaixo do Par 70.

Têm sido dias agitados para Mickelson. Competiu até domingo último no FedEx St. Jude Classic, em Memphis, sendo segundo classificado, só atrás de Harris English. Depois, em vez de se dirigir directamente para o palco do Open dos EUA, voltou para casa, em San Diego (Califórnia), porque não queria faltar à cerimónia de formatura da filha, Amanda, marcada para quarta-feira.

A seguir, marcou quatro birdies e um bogey na abertura do segundo major do ano, a fazer crescer água na boca quanto ao que nos poderá reservar o torneio. Falamos do segundo jogador melhor jogador do mundo em actividade a seguir a Tiger Woods e um dos mais deliciosos de ver actuar, com 41 vitórias só no PGA Tour e quatro títulos no Grand Slam, mas em ainda em branco no Open dos EUA, apesar de… cinco segundos lugares.

Atraso adia conclusão da primeira volta

Foram quase quatro horas de hora de atraso na primeira volta, pelo que a mesma só hoje será concluída. A chuva não tem dado tréguas e os jogadores estão a perder claramente no confronto com o campo.

Entre os jogadores que já tinham concluído os 18 buracos inaugurais, só mais um jogador, além de Phil Mickelson, batera o par 70: Nicolas Colsaerts, com 69. À hora de fecho da nossa edição em papel, Tiger Woods, Rory McIlroy e Adam Scott tinham completado apenas quatro buracos.

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