PORTUGAL MASTERS: portugueses assim-assim

Ricardo Santos

Profissional, 31 anos

52º, 70 – 3 birdies, 2 bogeys

A sua primeira volta, a mais difícil, correu bem, com birdie-bogey-2 birdies nos últimos buracos. Os segundos 9 buracos começaram mal com bogey e nos oito seguintes ‘par’. “Hoje foi um jogo um pouco sofrido,  não por erros mas não dei os shots certos em determinados buracos. O shot ao green não esteve famoso, por isso estou satisfeito com o resultado”.

 

Nuno Henriques

Profissional, 26 anos

89º, 72 – 1 bogey, 17 pares

O jovem madeirense fez bogey logo no primeiro buraco e depois 17 pares consecutivos, não tendo sido feliz no putt.

“Foi uma volta bastante estranha, fora do normal, sem qualquer birdie e com um bogey muito estúpido a começar. Dos 17 pares que fiz muitos estava a patar para birdie de uma distância de cinco a sete metros. Não aproveitei essas oportunidades”.

 

José-Filipe Lima

Profissional, 31 anos

89º, 72 – 2 birdies, 3 bogeys

Começou bem, logo com um birdie no primeiro buraco (10), mas o resto da primeira volta foi inconstante, intercalando pares e bogeys. Nos segundos nove (1-9) teve apenas um birdie no 8. “O jogo estava bom e até ao buraco 12 não cometi erros. A única coisa que falhei foi o drive no 17. Com sorte poderia jogar abaixo do par. Mas estou a jogar bem, estou muito confiante”.

 

Ricardo Melo Gouveia

Amador, 22 anos

89º, 72 – 3 birdies, 4 bogeys

Os primeiros 9 buracos não lhe correram bem, com três bogeys seguidos em buracos onde não costuma falhar mas arriscou (14, 15, 16). Nos segundos 9 esteve melhor, teve um esboço de recuperação nos buracos 4 e 5 e terminou com bogey. Para hoje Ricardo, que é uma das “estrelas” na sua universidade (EUA) poderá fazer muito melhor, se tiver mais sorte.

 

João Carlota

Amador, 23 anos

89º, 72 – 1 birdie, 2 bogeys

O jovem amador algarvio integra uma formação que não o ajudou muito, com o dinamarquês Hansen em último lugar e um dos cinco jogadores sem birdies na primeira volta. Nos seus primeiros 9 buracos fez dois bogeys a abrir, talvez influenciado pelo mau jogo do outro parceiro (duplo bogey-bogey-triplo bogey…). Nos segundos 9 equilibrou com birdie-bogey.

 

Pedro Figueiredo

Profissional, 22 anos

102º, 73 – 3 birdies, 3 bogeys, 1 duplobogey

Teve um início prometedor com dois birdies nos primeiros 9, mas falhando algumas oportunidades de melhorar. Nos segundos 9 buracos (10-18) começou bem com birdie mas depois complicou-se com bogey-bogey-duplo bogey. “Comecei bem, mas nos últimos sete buracos mandei três bolas para a água, que me custaram seis shots. Amanhã vou ter de fazer algumas abaixo”.

 

António Rosado

Profissional, 28 anos

111º, 74 – 3 birdies, 4 bogeys, 1 duplo bogey

Começou no buraco 10 e a sua primeira volta, onde há mais obstáculos de água, foi boa com dois birdies. Nos segundos 9 perdeu-se com três bogeys nos primeiros quatro buracos e depois um duplo no 6 seguido de mais um bogey no 7. O jovem algarvio está a jogar bem, foi 2º no último torneio interno, no Vidago, mas a falta de competição a alto nível não ajuda.

 

Tiago Cruz

Profissional, 31 anos

114º, 75, 4 bogeys

O estorilista vem de uma vitória no circuito português, no Vidago e com a ajuda do novo manager  estava com grandes esperanças numa boa classificação no Masters. Ontem começou no 10 e terminou os primeiros 9 com um bogey. Os segundos 9 buracos foram alternados entre pares e bogeys, tornando mais difícil atingir o objectivo principal, que era passar o ‘cut’.

 

Hugo Santos

Profissional, 34 anos

114º, 75, 3 birdies, 7 bogeys

A sorte não esteve ontem com o algarvio. Logo no buraco 1 um bom shot na saída a bola caiu no bunker. Segundo shot de uma posição difícil ficou entre as árvores à direita do green, terminando com bogey. O birdie no 2 deu algum alento. Mas foi a segunda volta (10-18) que afectou o resultado final, com três bogeys consecutivos, numa altura em que surgiu algum vento.

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