PORTUGAL MASTERS: Lynn resiste na frente

O inglês é dos mais cotados em Vilamoura e foi o único dos sete líderes do primeiro dia que não desceu na tabela no segundo. O campeão de 2012, Shane Lowry, está fora 

Rodrigo Cordoeiro/Valdemar Afonso

Os resultados do segundo dia do VII Portugal Masters, ontem, foram claramente superiores aos da véspera, que já não tinham sido nada maus. Houve três jogadores – o dinamarquês Thomas Bjorn, o inglês Paul Waring e o sul-africano Justin Walters – que marcaram 63 pancadas, 8 abaixo do par 71 do Oceânico Victoria, o melhor score do torneio até ao momento.

Deste trio, o destaque foi para Waring, que passou a partilhar o comando com o sul-africano Hennie Otto (64) e o inglês David Lynn, este, com duas voltas de 65, a cotar-se como o único que do septeto de líderes que se manteve no comando. Lynn só venceu uma vez, no KLM Open de 2004, compete desde este ano no EUA e tem crescido, ocupando a 52ª posição no ranking mundial.

O austríaco Bernd Wiesberger, 4º em 2012, partilha o quarto posto com escocês Chris Doak, à distância mínima do das frente, e logo a seguir surge o espanhol Alvaro Quiros (campeão em 2008), um dos que comandava para a segunda jornada, empatado com Walters. O inglês Ross Fisher, vice-campeão na última edição, segue em oitavo.

Embora o mais cotado em prova, Matteo Manassero (, 31º no ranking, tenha sido eliminado pelo cut pela margem mínima, tal como detentor do título, Shane Lowry, em prova continuam o belga Nicolas Colsaerts (68-67), o alemão Martin Kaymer (68-68) e o italiano Francesco Molinari (68-72) , três elementos da selecção europeia na última Ryder Cup.

Deixar um comentário