Portugal prometeu, mas falhou recorde

Portugal acabou por não conseguir superar o 13º lugar na Taça do Mundo, obtido em 2008 por Ricardo Santos e Tiago Cruz. Representada por aquela que é considerada por muitos a melhor dupla nacional de sempre, Ricardo Santos e Filipe Lima, à entrada para esta prova respetivamente números 216 e 217 do ranking mundial, a equipa lusa chegou a ser 3º, mas ficou-se pela 17ª posição com um agregado de +13, a distantes 31 pancadas da campeã Austrália, que assim sucedeu aos Estados Unidos.

Ricardo Santos, que no final do segundo dia ocupava um brilhante 3º lugar, também não conseguiu manter-se entre o top-10, fechando a sua participação no Royal Melbourne com um cartão de 74 pancadas (+3), onde se incluiu um triplo logo no Par-5 do 2.

“Apesar do fim-de-semana não ter corrido como queria, não deixa de ser uma semana positiva”, disse o campeão do Open da Madeira de 2012, que terminou com +3 e recebeu um cheque de $100,000 (cerca de 74 mil euros).

“Portugal deu um ar da sua graça”, acrescentou.

Filipe Lima, que, tal como Ricardo Santos, faz a sua estreia no Europan Tour’2014 na quinta-feira, no Alfred Dunhill Championship, foi 54º com +13, após se despedir com um 80 (+9). Mesmo assim, o luso-francês levou para casa um prémio de $26,000 (mais de 19 mil euros).

A vitória individual foi para o australiano Jason Day com -10, seguido do dinamarquês Thomas Björn e do seu compatriota Adam Scott. Day dedicou o triunfo aos seus familiares falecidos a semana passada na sequência do supertufão Hayan que varreu as Filipinas, enquanto o número 2 do mundo Scott, recém-campeão do Australian PGA Championship e Australian Masters, ainda conseguiu recuperar após uma primeira ronda que incluiu um quíntuplo bogey (!).

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