Imagem da Madeira não sai beliscada

Morte de Iain McGregor foi um lamentável infortúnio

Depois do denso nevoeiro dos primeiros três dias ter obrigado a organização do European Tour a encurtar a prova 1500 do principal circuito europeu, a morte do caddie Iain McGregor no domingo manchou definitivamente a 22ª edição do Open da Madeira. Contudo, o presidente do Clube de Golf Santo da Serra, António Henriques, não crê que isso vá afetar a imagem do campo. “Infelizmente foi uma situação que todos lamentamos, mas que pode acontecer a qualquer pessoa, em qualquer situação. Não é possível controlar estas coisas”, disse a O JOGO.

A decisão do European Tour em não interromper a prova mereceu as críticas de alguns jogadores, mas António Henriques justificou: “São precisas duas voltas para homologar um resultado e não tenho dúvidas que se isso já tivesse acontecido a decisão seria outra. Jogadores e caddies foram ouvidos e decidiram completar a segunda ronda. A bandeira foi colocada a meia haste, fez-se um minuto de silêncio…  Todas as diligências foram tomadas”.

Alguma Imprensa inglesa especula ainda que o facto do percurso se situar 700 metros acima do nível do mar e a longa subida do buraco 9 podem ter precipitado o ataque fulminante do zimbabueano Zim Mac, que completaria hoje 53º aniversário. “Por acaso foi a subir, como poderia ter sido a descer. Mas como já referi, são coisas que infelizmente acontecem….”, acrescentou.

Deixar um comentário