British Open: Tiger é sempre Tiger

O antigo número 1 mundial, que foi operado recentemente às costas, já não é tão dominador como antigamente, mas o regresso ao Royal Liverpool pode inspirá-lo. Foi lá quem em 2006 venceu a sua terceira Claret Jug.

A hegemonia de Tiger Woods está longe de ser a que era, mas mesmo assim o antigo número 1 do mundo, atualmente na 7ª posição, não deixa de ser apontado como um dos grandes candidatos à vitória no British Open.

O Tigre foi operado às costas no passado dia 31 março, antecipando o seu regresso à competição para jogar o “seu” Quicken Loans National de há duas semanas e ver a que nível se encontrava. Contudo, este revelou-se ainda algo inconsistente e Tiger acabou mesmo por falhar o cut.

Agora, no Royal Liverpool GC, palco da sua terceira Claret Jug em 2006, o jogador de 38 anos afirmou sentir-se bem e motivado para continuar a perseguição ao recorde de 18 majors de Jack Nicklaus – Tiger Woods venceu o seu 14º e último no US Open de 2008 –, embora reconhecendo que a tarefa “é cada vez é mais difícil”.

“Sabe bem voltar a Hoylake. Fizeram algumas mudanças e no geral o campo está um pouco mais receptivo do que em 2006. Gostava de repetir essa vitória, mas a concorrência é forte”.

O novo número 3 mundial, o inglês Justin Rose, que conquistou o Open da Escócia no domingo, depois de ter vencido igualmente o torneio anterior em que participou no Congressional CC, está muito bem cotado, tal como os dois primeiros da hierarquia, o australiano Adam Scott, que em 2012 deixou escapar uma confortável vantagem de quatro pancadas nos últimos quatro buracos para entregar o título do The Open a Ernie Els, e o sueco Henrik Stenson.

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